Jornal Conexão

Primeira morte suspeita de dengue grave é investigada em Lagoa da Prata

Compartilhe

A Prefeitura de Lagoa da Prata registrou o primeiro caso de morte suspeita por dengue grave. A vítima é um homem de 37 anos, que morreu na última quinta-feira (18). A informação foi confirmada ao G1 nessa segunda-feira (22) pelo secretário Municipal de Saúde, Geraldo de Almeida.

“Ele estava internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital São Carlos há pelo menos uma semana. O paciente é natural aqui do município e residia no Bairro Santa Helena. O hospital nos notificou e então colhemos amostras de sangue desse paciente, que foram encaminhadas para análise na Fundação Ezequiel Dias (Funedi), em Belo Horizonte. O resultado deve sair dentro de 30 dias”, disse Geraldo.

Ainda segundo o secretário, a Secretaria Estadual de Saúde (Ses) já foi comunicada na data do óbito, entretanto, o caso não consta no balanço epidemiológico semanal divulgado nesta segunda-feira, sobre a situação da dengue na região Centro-Oeste de Minas.

De acordo com a Ses, são considerados no levantamento somente os casos de mortes que já receberam a confirmação para a doença.

Ações na cidade

Conforme a Prefeitura, desde o início do ano são executados no município ações de prevenção e combate à dengue. Inclusive, o município adotou um procedimento chamado “Aerosystem”, que consiste em aplicar nas residências e comércios um agente químico capaz de eliminar o mosquito escondido em frestas, cortinas e outros espaços.

O município também conta com um Comitê Municipal de Combate ao Aedes aegypti, que é composto por pessoas do poder público, da sociedade civil organizada, empresas e orienta as ações a serem feitas pelo município.

Índices da dengue

O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) também acendeu o sinal vermelho na cidade.

“O último LIRAa apontou que 98% dos focos positivos para o mosquito foram encontrados dentro de residências ou estabelecimentos comerciais. Por isso, vamos continuar com a aplicação do inseticida chamado de ultra-baixo volume (UBV), que é também para bloquear a proliferação do mosquito”, encerra o secretário de Saúde.

Fonte: https://g1.globo.com

%d blogueiros gostam disto: